Conectando pessoas na luta por dignidade.
São necessárias muitas mãos para construir uma ponte
conexões que causam impacto
R$ 500mil + repassados
Valor entregue diretamente às famílias desde 2020.
240+ pessoas
Vidas impactadas mensalmente através de nossas ações.
6 territórios
Comunidades de Fortaleza onde nossa rede está ativa.
depoimentos
Laís
Moradora de Fortaleza
“Escolhi ser voluntária na Ser Ponte por me identificar com a sua missão e acreditar no trabalho que vem sendo feito. Hoje, me sinto feliz por poder contribuir com as famílias alcançadas”.
Ezequiel
Moradora de Fortaleza
“Ser Ponte é escolher apoiar dezenas de mulheres que diariamente cuidam de suas famílias e dos seus lares, enfrentam cotidianamente o desafio de ser um corpo marginalizado e com cargas difíceis de carregar. Estar na Ser Ponte é lutar por direitos básicos” -,
Carol
Moradora de Fortaleza
“Na Ser Ponte trabalhamos essencialmente com mulheres em situação de vulnerabilidade. Como feminista, acredito que é o meu deve sair da fala e transformar a vontade em algo concreto”.
Camile
Moradora de Fortaleza
“Eu sei que não é o meu papel tentar ocupar um lugar de vazio que a abstenção do Estado deixou. Por mais que seja pequeno o que eu faço, é também gigante, porque a esperança é revolucionária. A Ser Ponte, desde o início, me ajuda a lembrar da humanidade que existe em mim, mesmo dentro de um sistema que tenta o tempo todo desumanizar todos que fazem parte dele”.
Bárbara Monte
Moradora de Fortaleza
“Lá no começo, a gente sempre entendeu que o caminho tinha que ser coletivo. A gente ficaria muito mais fragilizado se não tentasse fazer nada. Eu espero que as pontes continuem se fortalecendo e fazendo o que as pontes fazem, né? Que é manter vínculo, ter contato, permitir uma resistência à individualização e à desumanização. Tentar assegurar a garantia de direito através de segurança alimentar, através de saúde, através de diversas outras ações”.
Clarissa
Moradora de Fortaleza
“O que me chamou a atenção na Ser Ponte foi a articulação política e a reivindicação por direitos sem se desprender da realidade e da emergência do agora. Me chamou atenção sua atuação com a luta por moradia, pelos direitos humanos, pela infância, tudo a partir de uma escuta das periferias e de demandas que se mostravam populares”.